RESENHA- ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS CRIMES DE GRINDELWALD

Última atualização: 16:39

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Mais um da série “a magia dos efeitos visuais” , que na minha opinião, ja se tornou a anos o maior dos clichês da história do cinema, J.K Rowling e suas historinhas cansativas de bruxinhos e brixões com suas varinhas de condão, caiu no velho conceito de Filmes pra vender, e vende, mas fato é, mesmo que seja um gênero unico e exclusivo para fãs do segmento, nunca chegará aos pés de J.R.R Tolkien e toda sua real magia de verdadeiros bruxos com cajados poderosos, elfos, hobbits, orcs e uma infinidade de criaturas e histórias diferenciadas que poderiam nunva ter fim e nunca virarem mesmice como já é a saga de Animais.

Sim, pra quem gosta de efeitos visuais, é um prato cheio, apesar que eu ainda ache que o primeiro tenha sido muito melhor até nesse aspecto, vale conferir sim.

Talvez Rowling tenha criado as maiores sagas do universo literário desde o famoso Harry Potter, que diga-se de passagem, até ela cansou do bruxo, mas deu nova vida com Animais Fantásticos, acertivamente pensando no comercial, pq cinematograficamente, apesar de muitissimo bem feito, e mais do mesmo.

Gerardo Grindelwald, ainda é o destaque do longa, o bruxo que possui uma forte ligação com o professor Alvo Dumbledore e que, posteriormente, o enfrentou em um duelo que o mundo mágico avalia como o maior de todos os tempos, nesse capitulo torna tudo bem curioso e bem conduzido com o roteiro assinado por Rowling, trata de muitos assuntos num só capítulo, e bem lapidado, convenhamos.

Novamente o longa se destaca com belas cenas das criaturas dos mais diferentes locais, inclusive do Japão e outra da América Latina, mas em menor escala comparado ao primeiro filme, ótima jogada pra descansar um pouco da narrativa extremamente cansativa e arrastada que o filme tem, trazendo muitos fragmentos da saga Harry Potter pra atualidade.

Nesse longa, Newt e Tina acabam virando coadjuvantes, necessarios diante da forte presença de Grindelwald de Johnny Deep, que da um show de atuação e quebra mais uma vez o paradigma do quão bom ele é pra qualquer papel, é tão esperto quanto meticuloso pois sabe exatamente qual será o peso de suas palavras, trejeitos e como é brincar de vilão, tão poderoso quanto seus poderes mágicos, salvando o filme a cada aparição e narrativa.

Os Crimes de Grindelwald faz um excelente trabalho com seu resultado técnico visual, fotografia e figurinos impecáveis e uma trilha sonoro na medida, mantendo sua mitologia e aquilo que acredita ser convincente para fãs do gênero, porém é cansativo e não demonstra nada além de mais um filme comercial, longo e vendável, ja que ainda existem mais 2 ou 3 pra dar continuidade e arrastar por mais alguns anos a história de que o bem vence o mal na base da varinha mágica.


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