Fraude mais comum no e-commerce do Brasil é o teste de cartão

Última atualização: 21:53

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A fraude mais popular no comércio virtual brasileiro é o teste de cartão, de acordo com o “Relatório Global sobre Gerenciamento de Fraude em E-commerce 2019”, realizado pela CyberSource, empresa da Visa. Este golpe consiste em testar se os dados dos cartões obtidos ilegalmente são realmente válidos (45%). Os testes normalmente ocorrem em sites de compras não protegidos, com produtos de baixo valor. Caso a transação seja processada com sucesso, o fraudador consegue confirmar a validade dos dados, se o cartão não está bloqueado ou sem limite, passando a utilizar o cartão para realizar novas fraudes.

Em seguida vêm roubo de conta (42%); roubo de identidade (40%); uso abusivo de cupons, descontos e reembolsos (40%); fraude com o programa de fidelidade (30%); fraude amigável (28%), quando o consumidor solicita o estorno após a compra virtual, prejudicando o lojista; pishing, pharming e whaling (26%), que são técnicas para atrair a vítima para sites falsos para obter informações como senhas bancárias; fraude de parceiros/afiliados (25%), quando afiliadas induzem empresas a pagar comissões não devidas; re-sipping (23%); esquemas de triangulação (25%); lavagem de dinheiro (15%) e botnets (9%), em que computadores são infectados com softwares maliciosos para roubar dados e acessar dispositivos.

O estudo foi realizado com 2.800 especialistas em gerenciamento de fraudes de empresas e organizações, dos setores de bens duráveis, turismo, serviços, gastronomia e eletroeletrônicos, de 34 países nos cinco continentes, em 2017 e 2018. Todos são responsáveis ou influenciam nas decisões sobre monitoramentos de golpes no e-commerce.

Para garantir o equilíbrio de uma empresa, o controle de fraudes se apoia em três pilares: maximizar a receita, minimizar perdas por fraudes e minimizar custos operacionais. A pesquisa dividiu os especialistas em dois grupos: os que atribuem igual importância a estas três áreas, que foram denominados líderes; e os que não priorizam, o restante dos entrevistados.

Para conter o avanço de fraudes no próximo ano, os especialistas latino-americanos indicam cinco procedimentos: melhorar o gerenciamento no segmento omnichannel, criar regras específicas para celular, capturar e utilizar os dados corretos, aprimorar o processo de disputa de cobrança retroativa e aperfeiçoar a análise de golpes.

Toda essa precaução não é à toa, já que 95% das empresas latino-americanas relataram algum tipo de ataque. Quase metade delas, 47%, detectaram roubo de contas, o que é maior do que a média global, que chega a 37%.

“O mercado de e-commerce brasileiro apresenta forte crescimento e, consequentemente, atrai uma grande quantidade de criminosos cibernéticos. Nosso objetivo é fornecer soluções que aumentem a conversão de vendas e diminuam a quantidade de fraudes, garantindo a segurança e conveniência de empresas e consumidores”, analista Hugo Costa, diretor executivo da Visa.

Para 65% dos entrevistados da América Latina, o maior desafio para o monitoramento de fraudes é a identificação e a resposta aos ataques. Na sequência, atualização de modelos de risco (57%), lacunas nas funcionalidades das ferramentas (46%), gerenciamento em omnichannel (46%), falta de recursos internos suficientes (41%), falta de conhecimento interno (35%), manutenção com regulamentações governamentais ou mudanças de regras do sistema de pagamento (32%) e expansão internacional (16%).

América Latina

O número de profissionais latino-americanos especializados em gerenciamento de fraudes que atribuem importância ao monitoramento é de 26% – superior ao restante do mundo, que alcança 18%.

Também na América Latina, 61% dos especialistas classificam o monitoramento de fraudes no comércio online como extremamente importante para a estratégia de negócios de sua empresa, enquanto esse percentual cai para 44% na média dos outros entrevistados.

Para mais detalhes sobre o “Relatório Global sobre Gerenciamento de Fraude em E-commerce 2019”, acesse o link.

 

Sobre a CyberSource – A CyberSource, uma subsidiária de propriedade integral da Visa Inc., é uma empresa de gerenciamento de pagamentos. Mais de 465 mil empresas em todo o mundo usam as soluções da marca CyberSource e Authorize.Net para processar pagamentos online, otimizar o gerenciamento de fraudes e simplificar a segurança dos pagamentos. A empresa mantém escritórios em todo o mundo. Na América Latina tem sedes em São Paulo, Buenos Aires, Bogotá, Lima, México, Miami e Santiago de Chile. Para obter mais informações, visite www.cybersource.com.

Sobre a Visa Inc.

Visa Inc. (NYSE:V) é a empresa líder em pagamentos digitais no mundo. Nossa missão é conectar o mundo por meio do que há de mais inovador, confiável e seguro em meios de pagamentos – permitindo que pessoas, negócios e economias prosperem. Nossa avançada rede de processamento global, a VisaNet, oferece pagamentos seguros e confiáveis em todo o mundo e é capaz de processar mais de 65.000 transações por segundo. O foco implacável da empresa em inovação é um catalisador para o rápido crescimento do comércio conectado em qualquer dispositivo e uma força motriz por trás do sonho de um futuro sem dinheiro em papel para todos, em todos os lugares. À medida que o mundo passa do analógico para o digital, a Visa insere sua marca, produtos, pessoas, rede e escala para remodelar o futuro do comércio. Para mais informações visite www.visa.com.br, nossa página no LinkedIn ou siga-nos no twitter @VisaNewsBr. Para saber mais sobre como a Visa realiza suas transações clique aqui.


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