Entrevistas Felguk

Última atualização: 06:47

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1 – Como surgiu o Felguk ?
Guk: em 2006, Eu trabalhava numa produtora de audio e o Felipe foi contratado para ser meu
estagiário. Depois de percebermos que dividíamos uma enorme paixão pela música eletrônica,
começamos a fazer música juntos, na minha casa. A partir daí a coisa engrenou.

2 – No começou vocês acreditaram que poderiam chegar, onde vocês chegaram nesse patamar?
Sempre acreditamos. Não contávamos com isso necessariamente, mas tínhamos a ideia de que se fossemos talentosos e se nos dedicássemos, poderíamos sim chegar longe.

3 – De todas as apresentações alguma marcou o Duo?
Foram muitas apresentações marcantes, tantos em festivais como em clubs, tanto no Brasil como fora. Pra citar algumas: Burning Man, Tomorrowland Bélgica e Brasil, e o club Avalon em Los Angeles.

4- Quando vocês se apresentaram na Tomorrowland maioria achou que era uma dupla gringa, quando descobriram que eram brasileiros ouve uma reação? Como vocês lidaram com isso na época?
Sempre há essa confusão, rs. Acho que pelo nome ter uma sonoridade internacional e por não  termos o biótipo típico de brasileiros. Achamos isso engraçado quando acontece, mas nada demais. Muitas vezes o que ocorre é o contrário, quando tocamos fora do Brasil, vem uma legião de brasileiros aos shows carregando bandeiras do Brasil para nos prestigiar. É uma horna.

5- Quais são as influencias músicas do Felguk?
São muitas, mas podemos citar: Deadmau5, Wolfgang Gartner, Justice, Daft Punk dentre outros.

6- Quais as dificuldades que vocês tiveram durante a carreira?
Guk: Com mais de 10 anos de carreira já enfrentamos muitas dificuldades. Tirando os desafios constantes de desgaste físico pelas turnês e o distanciamento da família e amigos nas datas comemorativas, desde o ano passado o Felipe divide o tempo entre Portugal e Brasil, então venho me apresentado sozinho em praticamente 50% dos shows. Foi difícil a adaptação no começo, não só pelos shows mas pela ausência do parceiro e sócio no dia-a-dia. Mas em
poucos meses nos adaptamos a uma rotina juntos pela internet, e a aceitação dos fãs e contratantes tem sido excelente.

7- Qual novidade para 2019?? Projetos parcerias?
Muita música, colabs, e pelo menos uma turnê internacional, na Ásia.

8-Na sua opinião como esta a cena eletrônica brasileira, comparada com cena eletrônica internacional
Acho que a cena brasileira cresceu demais nos últimos anos. São milhares de eventos, um bom número de DJs nacionais fazendo sucesso, e desenvolvemos uma sonoridade própria no país. Agora sinto uma necessidade de renovação no som, e vamos caminhar pra novas experiências sonoras no estúdio.


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