Entrevista com Ale Rauen

Última atualização: 16:12

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DJ foi a única brasileira a tocar no grande festival COACHELLA durante dois dias seguidos, em palcos diferentes, além de ter feito parte do line up do ULTRA MUSIC FESTIVAL Brasil, e TOMORROWLAND BRASIL, em dois palcos diferentes SUPER YOU & ME E THE POOL

1 – Ale Rauen nos fale sobre início de sua carreira como DJ.  

Já faz 15 anos que estou no mercado sempre me atualizando e aprendendo com a nova geração. Início foi mágico; fiz o curso da Aimec de Curitiba, onde fui a primeira aluna a se formar, naquela época eu tocava de Vinyl. Logo após esta época tive a sorte de ir pra Agencia Play em 2005, comecei com o projeto Female Angels e foi estouro no mercado da musica eletrônica, a partir daí foi tudo muito intenso, o que me levou para minha carreira solo com muita base, continuei sempre estudando e viajando o mundo tocando e aprendendo com novas experiências. 

2- Quais foram às motivações e suas influências musicais para carreira profissional? 

A música sempre fez parte da minha vida. Comecei piano desde pequena e sempre escutei vertentes da música, o DJ a meu ver, ele tem que ser versátil, escutar e conhecer tudo… eu amo rock, jazz, música clássica eu adoro as bandas australianas e africanas é sempre uma referência nas minhas novas produções e shows.

3 – Ao longo de sua trajetória, quais foram os momentos ótimos, maus e engraçados? 

Foram muitos momentos pra nunca mais esquecer. Como tocar no Coachella em 2013 foi mágico essa conquista. Engraçado e constrangedor foi uma menina no interior de Minas que foi na frente da cabine e tirou a blusa, no momento não  sabia o que fazer…foi engraçado e marcou aquela cena rss.. 

4 – De todas as suas apresentações, quais as que marcaram sua vida?

No Brasil, no Tomorrowland, que pude tocar em 02 palcos e pra mim foi um grande divisor de águas pra cena eletrônica e a emoção de ver tudo aquilo tão perfeito e todos os DJs amigos brasileiros bombando e mostrando pro mundo que somos capazes. Foi uma experiência única pra mim e pra todos que participaram desse momento.

5 – Você sempre se apresenta em grandes festas e festivais pelo mundo, principalmente em Miami. O que o Brasil precisa para crescer, ainda mais na cena eletrônica mundial?

Já mudou muito a cena do Brasil, tivemos DJs Brasileiros que foram referências lá fora e levaram sua arte pro mundo, numa época que tudo era muito mais difícil. Nomes como Renato Cohen com Ponta Pé, seu grande Hit mundial, o Mark, depois o Gui Borato, acredito que temos que sempre aprender com outras culturas musicais e pessoas. Miami foi importante pra minha carreira porque lá tive que recomeçar do zero, mas foi muito legal porque acabei sendo residente do Hotel SLS e do Nikki Beach, e isso me fez crescer pro mundo. O Brasil, principalmente o Sul e SP, sempre foram referência pra outros países na música eletrônica, e hoje mais do que nunca estamos muito bem representados na cena eletrônica Mundial. 

6 – Quais são seus ídolos? E sua vontade de elaborar parceria com quais djs?

Tenho tantos ídolos, mas vamos começar com Frankie Knuckles , Louie Veja, Toddy Terry, Danny Tenaglia  e hoje atualmente, Nicolas Jaar , Jayda G. Tem muitos DJs no Brasil com talento absurdo, como Rey Vercosa ele toca 38 instrumentos, já fizemos parceria e quero sempre ter ele como uma referência. Gui Boratto, quem não queria…está cheio de talentos sou fã de muitos DJs Brasileiros.. Atualmente o Alok e o Vintage Culture foram um divisor de águas pra cena eletrônica brasileira. Elevando a profissão DJ a outro patamar, mostrando que é possível sim conquistar o mundo e gerando novos sonhos para a nova geração. Hoje existem novos nomes que estão produzindo músicas incríveis, e indo do estúdio pra pista. Na minha geração fomos da pista pro estúdio.

7 – Já sofreu algum tipo de preconceito por ser DJ Mulher, nesse meio dominado por homens?

Descriminada não, tive muitos DJs renomados que me apoiaram sempre  na cena, e agregado a minha música e a outros valores importantes de artista que também valem muito. O suporte que sempre tive dessas feras me ajudou a conseguir vencer.

8 – Quais os projetos para futuro? Alguma novidade ainda esse ano? Poderia soltar uma NEWS para gente?  

Sim, minha nova residência no Biblioteck e vem algumas músicas novas que vamos lançar a partir de julho e parcerias com músicos renomados e um remix de uma banda famosa, e que será lançado por um grande selo, mas ainda não posso contar RSS…

9 – Qual seria um top music 10 da DJ Ale Rauen?  

Qual seria um top music 10 da DJ Ale Rauen?  

  1. El bandido – Nicolas Jaar,
  2. Unforgettable Hatikvah,
  3. I want to Be the husky,

  4. Triping – Hidden & Deaden , Ale Rauen
  5. Cover me – Dixon(Remix) ,
  6. Ricardo Piedra – Sepilly, Avidus Engarde ,
  7. Your Mulana , Vilio original, The Rapture & Me 
  8. No Turing Back – Gui Borato
  9. Ta ta Tass – Rey Vercosa & Gabzy
  10. Here’s a song for you – Antonela Giampietro

10 – Amor um Bate Papo jogo rápido. 

Vinyl ou CDJ? Vinyl eternamente

Tomorrowland ou Ultra Music Festival? Tomorrowland 

Casa Noturna ou Festas? Adoro todos, cada um tem sua VIBE, mas tenho uma queda por bons clubs 

Miami ou Jurerê Internacional nas Férias? Miami 

SoundCloud ou MixClound? SoundClound 

Facebook ou Instagram?  Instagram

 


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