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A volta de Shakira ao Brasil já nasce com clima de evento histórico. No dia 2 de maio, a artista se apresenta gratuitamente na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em um show que deve reunir milhares de pessoas e reforçar a relação intensa que ela mantém com o público brasileiro.
Desta vez, o espetáculo chega com uma proposta mais ambiciosa. Mais do que cantar seus sucessos, Shakira aposta em uma experiência construída em camadas, com cenografia, iluminação e projeções que ajudam a conduzir o público por uma narrativa visual. As coreografias, já conhecidas como uma das suas marcas, continuam no centro de tudo, agora inseridas em um contexto que amplia a sensação de presença e envolvimento.
Para Mohamad Rabah, especialista em experiências imersivas e CEO da Multiverso Experience, esse formato mostra como os grandes shows estão sendo pensados hoje. “Hoje, não basta mais subir ao palco e cantar. O público quer viver alguma coisa ali. Quer sair com a sensação de que participou, não só assistiu”, afirma.
Ele explica que o visual deixou de ser apenas um complemento e passou a ocupar um lugar central na experiência. “Quando você combina luz, imagem, cenário e performance de forma integrada, você cria uma atmosfera que envolve. Isso muda completamente a forma como o show é percebido e lembrado”, diz.
Rabah também chama atenção para o comportamento do público. “As pessoas se programam para viver esses momentos. Não é só o artista, é tudo o que acontece em volta, o cenário, a energia, o impacto visual. É isso que fica”, completa.
Em um dos cenários mais simbólicos do país, o show de Shakira deve transformar Copacabana em um grande palco a céu aberto, onde música e experiência caminham juntas, e onde cada detalhe ajuda a construir algo que vai além do som.



