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A temporada vai começar e, com ela, as dúvidas sobre os favoritos, as surpresas, erros e acertos deixarão aos poucos de existir. Mudanças no comando das equipes, novos pilotos, a esperada corrida de Vegas são alguns dos ingredientes do Mundial de Fórmula 1. Depois dos testes que irão até sábado, a abertura do campeonato acontece no dia 5 de março, no Bahrein. No primeiro dia de testes, nesta quinta, Max Verstappen foi o mais rápido seguido de perto por Fernando Alonso, com Carlos Sainz Jr e Charles Leclerc na sequência. De manhã, Felipe Drugovich foi o sétimo colocado. O piloto brasileiro poderá correr no GP do Bahrein caso Lance Stroll não se recupere do acidente de bicicleta quando fraturou os dois pulsos.
O primeiro desafio é dos novos chefes de equipe, iniciando pela Ferrari onde o polêmico Mattia Binotto cedeu seu lugar para Frédérick Vasseur (ex-Alfa Romeo). Depois Andrea Stella que substituirá Andreas Seidl na McLaren. O posto de Vasseur na Alfa ficará nas mãos de Alessandro Alumni Bravo. Na Williams, o estrategista da Mercedes, James Vowles chefiará a equipe no lugar de Jost Capito.
Entre os pilotos, três novidades: o holandês Nick de Vries, protegido de Max Verstappen, chega para defender a AlphaTauri; o americano Logan Sargeant correrá pela Williams enquanto o australiano Oscar Piastri reforçará a McLaren. O automobilismo brasileiro estará representado por Felipe Drugovich, piloto de testes da Aston Martin e também da McLaren.
Trocando de camisa, o eterno Fernando Alonso deixou a Alpine para substituir Sebastian Vettel na Aston Martin; Pierre Gasly deixou a AlphaTauri e correrá pela Alpine formando uma dupla francesa com Esteban Ocon. Este ano não veremos Vettel (que se aposentou da F1), Daniel Ricciardo (dispensado pela McLaren e novo piloto de testes da Red Bull) nem Mick Schumacher (demitido da Haas e novo piloto de testes da Mercedes e McLaren).
Red Bull e Mercedes permaneceram estáveis e entram no campeonato para disputar o título contra uma incógnita, a equipe da Ferrari.
O Mundial terá 23 corridas – a China, pelo quarto ano consecutivo, desistiu de realizar a corrida por causa da covid – sendo a penúltima delas em Las Vegas, na strip, em um evento que os organizadores esperam alcançar o impacto econômico do Superbowl. Será logo após o GP de São Paulo de F1, dias 3, 4 e 5 de novembro no autódromo de Interlagos.
Quanto aos favoritos, pelo que demonstrou no ano passado, não será fácil tirar o tricampeonato de Max Verstappen.
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